[início desse texto: 02/09/2025]
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[OBS 28/09/2025 minutos depois: Amadeu me ajudou a resolver. Envolve HTML.]
Estou em uma fase totalmente nova na minha vida.
Voltei a escrever aqui para poder contextualizar meu eu do futuro, e o melhor: escrevendo no meu emprego pq to com bastante tempo livre.
Não vou conseguir escrever em ordem muito cronológica, e sim por situações, pq meio que aconteceu quase tudo ao mesmo tempo.
Mas antes...
Depois que saí da Cargill, em março/25, finalmente consegui parir muitas pendências que eu estava arrastando.
Apenas recapitulando para meu eu do futuro: primeiro, foi conseguir um emprego na minha área e na minha região. Assim, voltaria para minha terra e ainda subi um degrau da vida profissional! (sinceramente, eu subi aquele degrauzinho que fazem as pessoas tropeçarem por não terem visto).
Sou analista ambiental de assuntos regulatórios e consegui a vaga pois o salário é baixo e o intuito era pegar alguém inexperiente. Eu, como uma pessoa insegura, deixei claro que tenho uma experiência teórica, nunca tive a prática.
O futuro na Cargill não me agradava, tanto de escopo, quanto como carga de trabalho. O layoff me deixou revoltada e ver a Fran absorvendo mais outras 3 localidades sem nenhum outro aumento de salário mostrou o caminho que estava por vir se continuasse naquela empresa. Com isso, me despedi do time de EHS, com muita dor no coração... Talvez fosse o que me fez segurar as pontas naquela empresa.
Em questão de dois dias úteis, joguei as coisas para o alto e mudei no carnaval.
Próxima missão, além de se adaptar no emprego novo, era entregar o TCC naquele semestre. Se der, trazer a Lana para morar com a gente e escolher uma casa para nós. No fim, era um monte de missão junta pra fazer rs
O TCC foi sofrido, como sempre que eu passo por um projeto de escrita. Fui abandonada pela ex-orientadora pq o assunto não era muito do conhecimento dela. Então, busquei alguém da área de TI, que por sorte a FT tbm dá curso nessa área. Se dependesse de professores da ambiental, estaria buscando até agora.
De março até final de abril, patinei com o TCC. Amadeu me ajudou muito, mas foi o orientador quem falou na última semana de abril "ok, isso dá um TCC". Foram dois meses que os cintos foram apertados, ou tbm, uma apneia de cinco minutos. Muitas noites eu bebia monster para parar de pescar na frente do pc e, depois de dormir, acordava na ansiedade.
A trilha sonora oficial desse processo foi o synthwave radio
beats to chill/game to. Inclusive, minha vida estava sendo uma releitura desse vídeo, pois minhas noites sempre era eu na frente do computador programando, ouvindo música (pela TV ao invés do fone) e com um cachorro dormindo do lado.
Mas antes da reclusão social para escrever o TCC , consegui ver a Lady Gaga com louvor. Transporte rateado, hospedagem a preço simbólico, comidas ótimas e até turismo ;-; Finalmente um pouco de coisa boa que eu merecia nesse semestre, ajudou dar um fôlego.
beats to chill/game to. Inclusive, minha vida estava sendo uma releitura desse vídeo, pois minhas noites sempre era eu na frente do computador programando, ouvindo música (pela TV ao invés do fone) e com um cachorro dormindo do lado.Mas antes da reclusão social para escrever o TCC , consegui ver a Lady Gaga com louvor. Transporte rateado, hospedagem a preço simbólico, comidas ótimas e até turismo ;-; Finalmente um pouco de coisa boa que eu merecia nesse semestre, ajudou dar um fôlego.
Em julho, apresentei o trabalho com muito orgulho e em agosto, colei grau. Finalmente sou engenheira ambiental.
A sensação que deu é de ter desentupido uma via e todo um fluido voltasse a correr novamente, como se fosse um vídeo satisfatório no youtube.
>>>Formação Engenharia Ambiental check
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Em abril, eu e Amadeu conversamos e concordamos sobre trazer a Lana para Indaiatuba.
Eu queria voltar a cuidar dela, pq ela é mesmo uma válvula de escape ._.
Mas sozinha não ia dar certo, ainda mais com o semestre loucura que eu estava.
Mas o Amadeu compartilhou responsabilidade, e está sendo ótimo! ;-;
Acho que ela até estava bem em SP (desde setembro/24 vivendo em apartamento), mas acho que estava muito pesado para o Leandro. Sei como é, eu passei por isso em 2018, foi sofrido demais, ainda mais pq tinha um monte de restrição vivendo com a minha mãe, e a Lana ainda estava com o lúpus atacado. Pelo menos eu estava desempregada e por isso tive bastante tempo livre para poder me dedicar a ela.
Enfim. Por 4 meses, eu e o Amadeu nos revezamos para andar com ela 2x todo dia. Geralmente, eu ia antes do trabalho (bato cartão às 07h30). Por causa do TCC, tinha noites que dormia 5h, mas o monster me fazia levantar sem muita dificuldade. Até pq só de lembrar que a Lana estava prendendo xixi havia 12h eu já ficava angustiada, o que me dava forças para acordar.
Nesse meio tempo, ela fez um checkup e foi constatado, dentre outras coisas, dois nódulos grandes no fígado.
Eu não to sentindo o peso dos nódulos ainda pq ela é incrível, não aparenta dor ou desconforto. Digo, ela dá uma mancadinha ainda, e tinha dias que ela tremia bastante, mas acho que andar com ela dava um ânimo que curava qualquer dor.
O lúpus ameaçou a voltar a atacar em julho/agosto, achamos que foi mais um estresse que ela teve vendo mais uma mudança de casa chegando, mas a manchinha sumiu.
Ela terá retorno dia 10/09, é possível que a cirurgia do ano esteja chegando... =/
>>>Voltar a morar com Amadeu e a Lana check
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Na busca da casa, eu confesso que me senti um pouco madame safada. Eu só avaliava o local, mas sem pensar muito no dinheiro, pq eu mal tinha algum. Eu dei o suporte emocional, quando conseguia.
Nossos desejos eram parecidos: uma casa térrea, se possível, com quintal com grama, pequena, sem muitas firulas mas ajeitadinha, que fosse com boa localização, fora de condomínio e com preço até 780 mil.
Foi mais de um ano na busca, iniciado pelo Amadeu, mas não ajudei muito quando estava em Mairinque. A verdade é que tinha tanta coisa pendente enquanto eu estava lá que eu me sentia amarrada, sem perspectiva de progresso enquanto estivesse lá.
Meu pouco tempo livre era dividido em TCC, namoro, família e amigos.
Isso me fez lembrar a conversa com a queridíssima Fran em janeiro/2025. Segundo ela (e a CNN), esse ano seria regido por Iansã junto com Xangô, que significa que o ano será cheio de mudanças intensa e justas: todos terão o que merecem.
Sabe como é, eu nem acredito muito nessas coisas, mas quando ouvi isso, eu pensei "finalmente meu ano chegou!!!", pq eu to pelejando e patinando há muito tempo, vocês sabem muito bem.
A princípio, a Fran soou como ameaçadora, tipo, "o ano dos castigos" para quem mereceria, mas eu logo associei a mim e como coisas boas iriam acontecer, até pq terminar o TCC estava no TOP 1 prioridades da minha lista de resoluções 2025, mas eu tbm já estava na busca por emprego na região de Indaiatuba.
Voltando para o assunto de busca na casa, quase fechamos com uma casa que eu gostei muito, Amadeu nem tanto. O que nos fez não fechar foi a irredutibilidade do Amadeu e do vendedor e corretora. Foi um mês de negociação, stress do Amadeu calculando as reservas da vida...
Bom, depois vimos uma casa antiga, mas com potencial de deixar bonita, a "casa amarela", mas o timing não era muito bom - pré viagem de duas semanas e fim de ano, então nossa atenção para o assunto não ia ser muita praquele momento.
Teve tbm uma outra casa, avarandada - acho que tinha gostado mais que a casa amarela, mas depois de conversar com o arquiteto que nos ajudou, vimos que ambas casas seriam trabalhosas de melhorar/aceitar.
Até tiveram outras casas no caminho, mas sem muito destaque.
Por fim, surgiu uma casa térrea, com quintal com grama, praticamente pronta para morar (sem reformas exceto o básico) mas em condomínio "afastado" e a um preço que extrapolava a faixa aceitável. Mas o preço, em comparação ao mercado, estava muito bom.... e a casa...... gostamos muito, era o que a gente tinha pedido.....
Em um final de semana, foi um ultimate para nós, pq os proprietários da casa amarela receberam uma proposta e pedimos para aguardar.
Eu e Amadeu maturamos as ideias e criamos o Plano A, Plano B e Plano C.
O Plano A era a casa amarela;
O Plano B era a casa do condomínio;
O Plano C era uma casa que era ok, mas precisaria de umas reformas e tinha viela no quintal (ponto negativissimo).
Na segunda feira, fomos atrás da casa amarela, mas não deu tempo. Desde novembro vendo ela, e quando demos o aceite, ela tinha sido vendida kkk
Enfim, a casa do condomínio foi mais cara, mas deu certo, mudamos no dia 07/08 ;-;
Estamos amando morar em casa, tem coisas que é libertador, como solzinho, varal ao ar livre, churrasqueira, até o elefante branco da lareira a gente já usou!
Essa madrugada (de 02 para 03/09) constatamos um ponto negativo: gatos miando na madrugada.
Acordamos essa noite pq eu achei que o gato estava dentro de casa, o que eu achei uma afronta da parte dele. Mas não, tava no corredor da lateral mesmo.
A sorte de todo mundo foi a Lana estar com os sentidos ruins, pq se a Lana estivesse boa, não ia ter sossego para ninguéeeem!!!
>>>Mudança para casa check
~//~
Hoje é dia 05/09 e como iniciei o texto, estou numa fase bem diferente.
É muito complicado o que eu vou falar, pq várias Laíses de fases passadas se revirariam ouvindo isso.
Onde estou atualmente é uma gerenciadora de resíduos em Indaiatuba, na área de regulatórios.
Minha baixa autoestima me fez conseguir a vaga pois casou muito com a proposta da diretora: alguém com minimamente experiência (mas não tanto por causa de $$$) e que estivesse disposto a aprender.
Novamente, meu caminho na Cargill oscilava entre projetos que não me motivavam ou um futuro na área ambiental que era de arrancar o couro, e sem ser na minha região e por um salário um pouco abaixo do mercado. As pessoas eram o que eu mais valorizava o que eu tinha lá, mas venhamos e convenhamos, eu não posso me prender por causa de pessoas.
Conseguir algo na área de resíduos e ainda em Indaiatuba, mesmo que por um salário baixo e em uma entrevista carregada de red flag, não tive como dizer não.
E por causa desse aceite, na vida pessoal, finalmente consegui paz. Não é perfeito, e nem quero que seja, pq do jeito que me conheço, eu ficaria entediada.
Os problemas existentes estão sendo o bastante para ser grata por tudo o que passei nesse meio tempo.
De novo, apesar de uma fase diferente, ainda busco uma ocupação de verdade.
Onde estou me sinto numa prisão. Não existe jogo de cintura. Os comportamentos da empresa são absurdos, no sentido mais negativo da palavra, não é nem estilo the office pq ultrapassa os limites aceitáveis.
As pessoas que trabalham aqui foram selecionadas por motivos, sim profissionais, mas tbm por perfil da pessoa. Se puder ser um robô, em que não fala, não vai no banheiro, não come, não tem família ou dependentes e só obedece sem questionar, só sorri e acena, seria o empregado do mês.
Aqui, as atrocidades da diretora acontecem e ninguém faz nada, ninguém se manifesta ou emite uma opinião diretamente para ela.
Feliz ou infelizmente, os exemplos que presenciei e sou submetida estão dentro do "direito do empregador".
Por exemplo, não pode encostar no celular enquanto trabalha, nem no banheiro, nem na sua pausa de 5 minutos por período (manhã e tarde). Se quiser atender uma ligação, tem que pedir autorização. Celular, é só fora do recinto.
Sobre as pausas, não pode ir mais de uma pessoa do mesmo setor - e caminhando para uma proibição de uma pessoa por vez.
Se trouxer comida para compartilhar (tipo um bolo), tem que pedir autorização.
Não podemos conversar muito entre os setores. Eu mesma, que faço parte de uma parte do processo de recebimento de MTR, não posso saber o que é feito após minha etapa.
Não podemos inclusive conversar entre nós direito. Um dia, ela estava em casa e nos viu conversando e rindo e olhando para cada uma (ao invés do computador). Ela ligou para cada uma e disse para não conversar - para mim, ela falou com essas palavras: "não quero você de conversa com ela para não dar brecha a desentendimentos, você tá cheia de coisa para fazer então quero você focada no trabalho".
Quando digo que é por perfil da pessoa, é pq aparentemente existe uma certa homogeneidade nos tipos de pessoas que tem aqui, principalmente as mais antigas de casa.
Hoje, somos 15 pessoas + 2 diretores no escritório:
- 2 entraram ontem;
- 4 tem entre 2 a 5 meses. Um é ok, outra tem uma trajetória semelhante com a minha (é da minha idade e primeira oportunidade dela na área ambiental, mas insatisfeita com o desenvolvimento e ambiente), outro é 100% quieto e outra tem um passado complicado, de abono parental, tentativa de suicídio e talvez aborto (esse último tópico, foi conversado na entrevista conforme ela comentou comigo);
- Eu, completando exatos 6 meses hoje;
- 3 tem entre +- 1 ano, também oks, boazinhas, profissionais e questionadoras
- 5 tem entre 4 a 15 anos; uma é extremamente quieta e retraída em ambiente de trabalho, mas fora, é nerd gamer (4 anos); um é ok (7 anos?), outro é quem mais teve que aturar e ouvir e até executar pq é do RH (7 anos e aviso prévio), e sinceramente, ele é extremamente polido e minoria (gay preto), poucos momentos bateu de frente com ela, então ao meu ver, ele só é um grande interesseiro que faz o dele; outra é exceção: pessoa é bocuda e respondona, porém, não passou no processo seletivo da diretora pois é do setor adm e na época tinha um diretor próprio para isso. Ainda assim, passou por abusos morais com a gestora anterior (4 anos); E por fim, a vencedora de 15 anos de tormento, as vezes me pego falando pra ela "a educação quando não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor". Ela passou e ainda passa por abusos morais e segundo ela, acordou faz uns 2 anos sobre o quanto foi iludida aqui. Ela é quem mais trabalha, quem treina todo mundo, ganha extremamente mal e foi a única a ficar grávida enquanto trabalhava aqui e precisou reportar tudo para ela.
A homogeneidade é sobre pessoas permissivas/passivas, insatisfeitas mas que não podem/não querem/tem muita dificuldade de realizar mudanças, com personalidade de fácil manipulação e pouca percepção sobre abuso.
A sorte é que todos são cientes do ambiente em que trabalham e ainda assim agradáveis de se conviver.
Bom, eu reconheço que sou uma pessoa extremamente chata e intolerante com algumas coisas.
O que é ótimo se tratando de assuntos regulatórios. O problema acontece quando detecto processos que não deveriam acontecer.
Sinceramente, o SIGOR foi criado para rastreabilidade do resíduo, mas a forma que a prática é executada - e não só pela empresa que estou, mas pelas destinadoras também - cai por terra o intuito da plataforma.
Nem vou me alongar muito por medo de descobrirem por mim e eles virem me matar por saber demais rs
É aquela história: "eu só trabalho aqui", ou "eu só seguia ordens"...
Uma desculpa ótima para ser conivente com o errado (procurar saber sobre o caso Adolf Eichmann).
De qualquer forma, estou colecionando e-mails divertidos e comprometedores.
Inclusive, eu gosto muito também do procedimento da atenção. Ele serve para todas as investigações de "intercorrência" de quem cometeu um erro por falta de atenção. O melhor, ele tem erro de digitação neleeeeeee aff sério, esse POP é uma piada pronta.
Eu já apareci nele algumas vezes, e tem vezes que eu nem dou ao trabalho de me explicar.
Mas teve uma vez que eu errei pq o sistema ERP aqui é zuado e salva o arquivo com as letras minúsculas. Então salvei com o código do cliente e enviei com o código, ao invés do nome em maiúsculo. Então retruquei que o correto é arrumar o sistema ERP por causa de retrabalho que ele nos gera.
Gente, e os e-mails respostas da Malu com os clientes? Eu se fosse cliente dela ia ser por um ano só, é uma grosseria que meu deus.
E por ser chata (como falei lá em cima), eu deixo registrado meus posicionamentos (somente por e-mail).
Ela fica a poucos metros de mim, mas literalmente não trocamos palavras, é 100% e-mail.
Até que chegou uma informação a mim que não deveria ter chegado e eu respondi por e-mail.
Aí ela chamou minha atenção para que não falasse tudo por e-mail.
Sinceramente, acho que eu sou uma das poucas que ela respeita um pouco, pq toda vez que ela veio com gracinha, eu cortei na hora (e se possível guardo o conteúdo para posteridade).
Enfim. As várias Laíses de fases passadas se revirariam com o que eu to quase fazendo aqui é pq eu queria um emprego (Laís desempregada), na área ambiental que requer graduação e na região Indaiatuba
(Laíses de até 6 meses atrás).
O problema é que o restante, como ambiente de trabalho, flexibilidade, salário de respeito (isso sinceramente eu só tive no intercâmbio, e digo respeito pelo sentido respeitoso mesmo da palavra, não a expressão "blablabla de respeito" como se fosse mais que a média)........ abri mão pq nem tem muito o ser avaliado.
E então, sigo novamente na estaca zero.
Buscando emprego, e quase abdicando do atual (aqui muitas laises morreram) e voltando para o desemprego.
Mas com uma situação levemente diferente. Estou segura do meu histórico, tenho uma certa experiência, sei a área (mesmo que abrangente rs) que quero atuar e se tudo der errado posso virar uma esposa troféu.
Estou lembrando aqui como eu ainda não comentei da fase de fim de julho/início de agosto, em que eu fiquei mal demais com uma gripe.
Creio que foi um momento que meu corpo pensou "pode relaxar" (na verdade não podia pq tava de pré-mudança), mas pós entrega de TCC, entrevista na Cargill, aniversário~
Pois é, esqueci tbm de falar que fiz uma entrevista na Cargill, na vaga da Fran. Queria mas não queria, me candidatei só por incentivo das pessoas, pq eu sabia o tamanho do buraco que estava me metendo. No fim não passei nem da primeira fase.
Voltando, eu fiquei tão mal que tive um recorde de herpes na vida, sendo uma próxima ao olho. Fiquei arrasada. Acho que foi um total de 6 ou 7, fiquei na dúvida pq eu não sabia se era uma enorme ou mais de uma menor.
onde tem "?" é que não sei se era uma grande ou duas pequenas
Suspeito que, quando fiquei doente, fiquei bastante tempo sem remédio pra poder ir ao médico com sintoma e ele poder me dar o atestado que precisava apresentar. Isso foi um prato cheio pra minha imunidade cair em queda livre. Além disso, quando fizemos a limpeza na casa antes da mudança (fiz no meu ritmo), eu comi pouco e bem mal.
Desde então, estou tomando um shot de própolis matinal.
Então, voltando à busca de emprego.
Eu to lidando com isso na terapia, mas mais que isso, eu vou contratar uma pessoa própria para me ajudar.
Eu tenho um problema seríssimo que é >vendas<.
Sou péssima em contar e vender a minha história, até pq ela não é faz muito sentido mesmo.
Ontem eu fiz uma entrevista (inclusive saí mais cedo no trabalho, foi maior bafafá, ouvi um monte) que durou 7 MINUTOS aaaaaaa sério, achei uma falta de respeito ._.
Fiquei arrasada pq foi maior estresse por causa desses míseros minutos.
Tomei rumo e fui atrás de consultores. Sinceramente, eu não acho que vou conseguir sozinha, e tenho condições de pagar alguém, e espero muito que funcione u_u
Gente, é isso.
Tanto tempo depois, eu nem sei se vou conseguir postar pra saber se vou ter a senha etc.
Eu fiquei de deixar registrado as altas emoções que vivi nesse meio tempo.
Lembrei de outra emoção.
Tive minha colação de grau no dia seguinte da mudança. A casa tava um caos e precisei ir para Limeira colar grau.
Mas não quis envolver ninguém nesse evento. Apesar de ser um evento associado a coisas positivas, é meio chato ouvir discurso, ver o povo recebendo isso, aquilo, prêmios, despedida talz, por isso, não chamei ninguém. Além do mais, sinceramente, eu já tinha vivido aquilo 12 anos antes.
Então fui sozinha. Muito triste pq o sentimento de atraso foi enorme, e comemorar algo sozinha, sem ter com quem compartilhar.
Não me arrumei, nada, só a roupa esporte fino mesmo. Eu tava bem baixa autoestima e a herpes no olho só me deixou pior.
As únicas pessoas que eu acho que me reconheceram lá foi meu orientador, talvez um ou outro professor.
Queria sair da colação e comemorar com a Gabi e cia. que estavam em Campinas, mas o dever de arrumar a casa falou mais alto.
Então, comemoramos com um delivery japonês que o Amadeu chamou quando voltava de Limeira.
Ok, finalizando real oficial.
Escrevi tudo isso pq estou ociosa, já que falta mesmo o que fazer no trabalho (não sou envolvida em alguns assuntos, e o que sou, é melhor eu ir com "calma"), e daí eu procuro o que ler, desenvolver, e agora escrever.
Essa semana eu instalei Python (na surdina) para criar um algoritmo que gere Cartas de Autorização para CADRIs (um para cada gerador), então pode ser que eu consiga desenvolver mais ainda minhas habilidades de programação.
Eu até já sei que no futuro o que vai acontecer é - arranjo outro trabalho e sinto falta do tempo de ociosidade que tinha aqui rs
Foda, pq não tem meio tempo, parece que é 8 ou 80.
[Final 05/09/2025, às 17h01]
[Postagem 27/09/25, 19h24]
Vou escrever rapidinho pois estou organizando um open house churrasco/jogatina inesperada com o pessoal da Ericsson.
Demorei pra postar pois é assim, as coisas da vida ficam para o tempo livre.
Atualizações:
- Contratei uma empresa de recolocação profissional, já fiz o teste de perfil profissional e vou começar a conversar com o cara 01/01.
- A Lana ainda está em análise com os exames e possível cirurgia, mas está super bem e feliz.
- Essa semana eu estive a isso aqui 🤏 de pedir demissão, a Malu é muito doente credo. Narcisista demais e faz a gente achar que só ela é a sabichona. Mas minha programação tá quase pronta e eu tbm tive coisas para fazer diariamente no trabalho (recebimento de MTR).
- Estou fazendo pilates e ginástica artística e gostando muito. Eu nem sou de filmar, mas o prof sugeriu depois de fazer uma coisa boba lá e eu ter amado: https://photos.app.goo.gl/oPqhLSER3SKcPqMY9
- Fiz open house com o pessoal de Campinas e deu tudo certo graças a Deussssss. Segue convite bem zuadinho minha cara de vergonha alheia.
OBRIGADA AOS FIEIS que me acompanham minha vida (eus do futuro)!!!
Até daqui bom tempo.
[27/09 19h55] gente eu postei mas não tá com hiperlinkkkk vou dar um tempinho e ver se vai ._.